Roteiro: Rod Serling, Michael Wilson e John T. Keeley (baseado no livro homônimo de Pierre Boulle).
Direção: Franklin J. Schaffner
Com: Chalton Heston (Comandante George Taylor), Roddy Macdowall (Dr. Cornelius), Kim Hunter (Dr. Zira), Maurice Evans (Dr. Zaius), Linda Harrison (Nova), Robert Gunner (John Landon), Dodge (Jeff Burton), Stewart (Dianne Stanley)
Trilha sonora: Jerry Goldsmith (indicado ao Oscar pela mesma)
Maquiagem: John Chambers (ganhador do Oscar honorário pela maquiagem)
Quando assisti a tão aguardada nova versão do Planeta dos Macacos de Tim Burton, com um bando de amigos e amigas que nunca tinham visto os originais, eu saí do cinema um tanto quanto INDIGNADO! Além dos furos de roteiro e da fragilidade de seus pontos chaves, o filme tem um final para crianças de 12 anos, que por sinal era a censura do filme. O maldito filme ainda por cima tem um final com um gancho para uma continuação, que se vier a existir, será no mínimo ridícula! Saí pensando como meus amigos (as) eram, por ordem: ufanistas, maravilhadinhos (as) e facilmente impressionáveis. Faço aqui uma breve consideração:SE VOCÊS LEITORES NÃO VIRAM OS CINCO FILMES ORIGINAIS E, NEM SEQUER AO MENOS VIRAM OS DOIS PRIMEIROS, de onde Tim Burton CHUPOU TUDO, então, fiquem desde já sabendo que SEUS ARGUMENTOS NÃO SÃO, NEM NUNCA SERÃO VÁLIDOS, em uma contra-argumentação inteligente e plausível.
O filme original começa com o Comandante George Taylor (Chalton Heston) narrando a possível teoria do Dr. Hasslein (personagem chave da terceira continuação). Teoria na qual, os astronautas da nave, por estarem viajando a uma velocidade próxima à da luz estariam se deslocando milhares de anos no futuro na constelação de Órion. Taylor, um homem amargo, questiona se o Homem já teria controlado seus impulsos bélicos nesse possível futuro. Ele então entra em sua câmara de hibernação e vemos os demais astronautas hibernando. Fecha se a cena e começam os títulos do filme, uma música tribal assustadora começa a tocar, deixando curiosos os espectadores - mas somente os que se propuserem a prestar atenção nisso, ao invés de pensar no DIET MILHO grudado nos dentes. Para os Designers que gostam de “Title design”, vale notar a fonte dos créditos de abertura do filme. Simplesmente genial!
A nave então entra na atmosfera de um Planeta desconhecido e caí sobre um imenso lago. Os tripulantes são acordados de suas câmaras de hibernação e se deparam com a horrível visão de sua companheira, a astronauta Stewart (Dianne Stanley) morta e envelhecida milhares de anos. Sua cápsula se partira deixando-a a mercê do tempo que se passou. Eles observam o computador de bordo que marca o ano de 3.978 (2000 anos no futuro!). Logo os astronautas obtêm os resultados da atmosfera do planeta e então saem de sua nave em um bote inflável. Landon (Robert Gunner) ao chegar a beira do lago finca uma bandeira dos EUA no novo planeta, e Taylor mostrando todo o seu desprezo para com a raça humana começa a rir de seu amigo.

Depois disso Taylor, Dodge e Landon passam dias e mais dias caminhando em colinas de um imenso deserto, sofrendo com tempestades magnéticas e avalanches. A visão daquela imensidão gera uma espécie de sentimento de desolação e derrotismo já nos primeiros instantes do filme. Uma expedição espacial, onde se supõe, a humanidade depositou tantas confianças, viera a parar em um mundo estéril.
Os três astronautas depois de muito andarem encontram vegetação e água, e logo em seguida se deparam com uma tribo de humanos quase pré-históricos. Taylor ao observar os humanos fala a seus companheiros que seria uma questão de semanas para que eles três dominassem essa civilização. Taylor mostra apreciação por uma nativa, a jovem Nova (Linda Harrison, que, diga-se de passagem, era uma gata!). 
Os humanos e os astronautas estão a comer frutas, quando de repente ouvem um som de trombeta que assusta os nativos, estes começam a correr desesperados e os astronautas fazem o mesmo, então uma música pesada e assustadora preenche o espaço entre as cenas entrecortadas do mato sendo aberto, milhares de cascos de cavalos esmagando a vegetação e pontas de rifles dando tiros a esmo. Tudo é assustador, e Taylor permanece estarrecido ao ver um gorila horrível com uma espingarda montado em um cavalo. Eis que o filme revela seu ponto alto, mostrando uma caçada perturbadora, onde humanos são presos e mortos como animais por gorilas gigantes. Nessa parte é inevitável comparar como a caçada desse filme tão velho (68), é tão mais assustadora e VIOLENTA do que a caçada com aqueles gorilas com feições DEMASIADAMENTE HUMANAS de Tim Burton.

Na caçada Taylor toma um tiro na garganta e desmaia. Ao acordar em uma jaula ele se depara com uma sociedade de Macacos onde eles são os senhores do planeta e os humanos são os escravos. Preso e sem falar ele logo conquista a admiração da Chimpanzé Doutora Zira (Kim Hunter), logo ele demonstra a ela que possui inteligência ao escrever seu nome. Zira assustada comunica ao seu noivo, o arqueólogo Dr. Cornelius (Roddy Macdowall) sobre o ocorrido. Depois disso, Taylor ainda sem fala, começa a escrever que veio de outro planeta, através de uma viagem no tempo. Cornelius desdém do relato de Taylor, que faz um aviãozinho de papel e o arremessa no ar para provar sua história. Zira maravilhada acha que Taylor poderia confirmar as teorias de Cornelius. Teorias essas que supõem que os macacos pudessem ter evoluído dos humanos. Mas eis que aparece o orangotango Zaius – o líder da ciência e religião dos macacos, que ao ver o avião de papel no chão suspeita de Taylor, e mandando-o castrá-lo e lobotomiza-lo.
Taylor descobre os planos de Zaius e consegue fugir. Mas não por muito tempo, logo ele descobre o bizarro destino de seus companheiros. Alugue a fita e descubra o destino dos outros astronautas, mas uma coisa eu garanto, esse tipo de coisa com certeza seria censurada nos dias de hoje. O filme do Tim Burton não passou nem perto disso em termos de impacto visual, é AGREDE meu filho, é AGREDE demais! Depois de se desvencilhar de quase tudo, e quando o derrotismo imperante no filme parece já ter chegado ao seu limite, eis que surge o “Gran Finale”!
BEM, AQUI EU RECOMENDO AS PESSOAS QUE NÃO VIRAM O ORIGINAL QUE PAREM A LEITURA. O final é surpreendente e eu não quero conta-lo a quem não o conhece. Mas se sua curiosidade for maior, o problema é seu, siga a leitura.
O FINAL:
Taylor e Nova, depois de escapar dos macacos, estão a andar pela Zona Proibida, quando se deparam com uma estranha ruína. Taylor perplexo desce de seu cavalo e amaldiçoa a humanidade gritando desesperado. Temos aqui a estranha visão das ruínas da estátua da liberdade. Taylor descobre então que aquele Planeta Alienígena era a terra após uma hecatombe nuclear. TERMINA AQUI UM FILME PAVOROSO, QUE SE ME PEDISSEM EU RESUMIRIA EM TRÊS PALAVRAS: DESCONFORTÁVEL, PESSIMISTA E PERTURBADOR. Além de fantástico o filme evoca assuntos polêmicos em voga naquela época: o perigo de uma guerra nuclear (pois o filme foi feito no auge da guerra fria), o medo do fim do mundo, o tabu que era a possibilidade de que teorias evolutivas comprovassem que o homem havia vindo do macaco, e o preconceito racial ás avessas, onde os humanos todos caucasianos sofriam torturas de escravos pelos macacos (principalmente gorilas negros). O filme é um clássico da Ficção Científica, e se esquecermos tudo isso e só deixarmos o entretenimento ainda assim, ele será MUITO superior ao novo de Tim Burton.Próximo Cine AGREDE, falarei da continuação: De volta ao Planeta dos Macacos. O segundo da série pra cinema de 1970.
Curiosidades:
Arthur P. Jacobs é o produtor de todas os filmes da saga Planeta dos Macacos.
Chalton Heston foi peça fundamental quando Arthur P. Jacobs queria convencer a Fox a fazer esse filme, pois ele topou na hora fazer o papel do Comandante Taylor. Ele já havia lido o romance O Planeta dos Macacos de Pierre Boule e se apaixonara. E já era um ator consagrado, pois já havia feito Os Dez Mandamentos, El Cid, Da Terra nascem os Homens, O Maior espetáculo da terra e Ben Hur (11 Oscars). O simples fato de ele ser o ator principal já ajudou muito a convencer o presidente da Fox da viabilidade do projeto. Esse filme também chocou muitas pessoas na época por mostrar Heston, uma figura sempre representara figuras heróicas apanhando violentamente.
Rod Serling um dos roteiristas foi o principal roteirista do seriado surrealista Além da Imaginação. Estou falando da série original em preto e Branco e não da refilmagem que nós conhecemos dos anos 80.
Pierre Boule escreveu antes de o Planeta dos Macacos a Ponte do Rio Kwai, que virou filme antes do Planeta dos Macacos.
John Chambers (GÊNIO!!!) Ganhou Oscar honorário pela maquiagem dos macacos.
Jerry Goldsmith GÊNIO DE DIVERSAS TRILHAS SONORAS dentre as quais: Tora! Tora! Tora! , Papillon, Chinatown, Damien: A profecia II, Alien o Oitavo Passageiro, Jornada nas Estrelas, Poltergeist, Rambo I, II, e III, Psicose II, Além da Imaginação o filme, Gremlins I e II, A Lenda, O Vingador do Futuro, Instinto Selvagem, Dormindo com o Inimigo, O Sombra, A Múmia, Décimo terceiro Guerreiro entre outros foi indicado ao Oscar por seu trabalho em O Planeta dos Macacos.
A febre gerada pela saga Planeta dos Macacos, gerou cinco filmes, duas séries de TV, um desenho animado, inúmeras adaptações para livros e quadrinhos e é claro milhares de brinquedos, bonés e camisetas. O fôlego comercial desta série só começa a se perder quando surge nos EUA outra série de sucesso: Star Wars de George Lucas.
Cada grupo de Macacos representava uma parte da sociedade americana: os Gorilas dos filmes representam os Negros, os Chimpanzés os Judeus e os Orangotangos o Governo.
9 comentários:
Ótimo post, Paulo! Acho os filmes originais do caralho, e concordo que o do Tim Burton ficou uma bosta. Sem contar o Mark Wahlberg, que não poderia ser considerado bom ator nem se só tivesse contracenado com macacos em todos os seus filmes.
Legal que você teve a preocupação de avisar antes de contar o final. Acho que poucas pessoas não devem ter visto, no entanto. Esse é um dos finais mais 'spoilados' de todos os tempos, qualquer reportagem que cite o filme mostra o plano final. Parece até que fazem de sacanagem.
Quanto ao John Chambers ser gênio eu não sei. Não conheço a carreira dele, o que mais ele fez além desse filme? Você não acha os homens pré-históricos do 2001 do Kubrick (que é de 68 também) infinitamente mais legais que os macacos do Planeta? O Chambers ia ganhar minha eterna admiração se fosse provado que ele fez a roupa do pé-grande da filmagem mais famosa da criptozoologia, como dizem uns boatos.
Fala Gabriel, acho que isso deve esclarecer sobre a importância de John Chambers para a rapeize de efeitos que veio depois dele:
http://www.imdb.com/title/tt0426268/synopsis
"With very few and special exceptions, there is no more influential an individual in the modern world of special makeup effects than John Chambers. That the exploits of contemporary wizards such as Rick Baker, Rob Bottin and Steve Johnson would have been unthinkable without Chambers' contributions does not begin to shed light on the impact that he has made on an entire industry. From his work in television's crucial first decades through groundbreaking cinematic triumphs as pivotal as Planet of the Apes, Chambers amazing career in Hollywood solidified his legacy as undeniable technical master and pioneer of both tutorial and ethical standards that have yet to be surpassed. In this 30-minute DVD, Chambers is paid a deserved tribute by his protégés, colleagues, and those in the industry he has influenced. Exclusive for this DVD is an additional appearance by nine members of the APEMANIA troupe appearing as Chambers creations from Planet of the Apes in full makeup and costume - all created by hand or derived from the actual Apes films."
Sobre 2001 humm, ando meio com pé atrás com Kubrick, acho Spartacus uma merda, Full Metal JEGUE outra.
Gosto Olhos bem fechados, Iluminado, Dr. Fantástico e Laranja Mecânica e só. 2001 caiu um pouco no meu conceito ao ler o livros e notar que Kubrick dificultou o entendimento de um final que não tem complicação no livro. 2010 o filme é bem mais fiél que 2001.
Acho ele deveras super-valorizado, mas respondendo sua pergunta acho a maquiagem de 2001 melhor.
Se fidelidade ao livro pesar muito no seu julgamento, O Iluminado também vai ter a nota diminuída, pelo que eu ouvi falar. O próprio Stephen King refilmou a história depois, mas suspeito que não preste, não sei. Ele nunca quis descer a lenha no Kubrick, mas várias vezes disse que a história do filme não era a dele. Parece que o cara era assim mesmo, não tinha pudor de mudar tudo pra como ele achava que deveria ser.
Quanto ao 2001, o problema talvez seja devido também ao Arthur C. Clarke ter escrito o livro e o roteiro do filme praticamente ao mesmo tempo, baseado num conto anterior dele. Será que há registros das mudanças feitas pelo Kubrick? Eu gostaria de saber. É possível que as diferenças entre o livro e o roteiro já existissem. Tem um livro na biblioteca demonstrativa (esqueci o título) que o Clarke apresenta e comenta várias idéias que ele desenvolveu e não entraram no filme, como a chegada à uma cidade alien, plenamente habitada, etc. Tinha uma parte que eu achei do caralho, muito legal, que era de um et ensinando o homem pré-histórico a caçar. No filme parece que ele tem a intuição por causa do monolito, mas nesse texto o et vinha e ensinava pessoalmente. Por acaso essa parte apareceu dessa forma no livro final? (ainda não tive a chance de ler...)
Tudo que acontece com a humanidade no livro, a começar pela intuição do macaco é feita pelo monolito negro. No livro não existem ets, não fica claro quem criou o monolito ou que porra vem a ser o monolito (uma grande sacada não explicar). Tenho os 4 livros 2001, 2010, 2061 e 3001, só não li ainda o 3001.
Sim eu sabia dessa diferença entre o shinning do Kubrick e o livro, mas o lance Gabriel é que o final do livro do 2001 é simples e poético, no filme é intincado e pseudo-poético. Alguém entendeu aquele final? Só fui entender REALMENTE ao ler o livro.
kubrick é um gênio. eu o chamo carinhosamente de special k por conta de ...deixa pra lá, JUNKIENISMO. bom, vocês entenderam que eu nunca vi kubrick lúcida né? mas não acho que seja um critério pra qualquer um limar minhas críticas. um dia eu revejo, acho as mesmas coisas e repito o que disse com bônus. ;))
pra começar, uma das coisas que me faz querer RELER um livro, é uma estética atemporal. e se isso importa num livro, que dirá num filme. então o kubrick já ganha muitos pontos pelo altíssimo senso estético, que é importante não só para eternizar uma obra como para simples deleite visual. (me refiro subjetivamente, poderia ser o visual do alex em ´laranja´, o banheiro vermelho do ´Iluminado´, ou a cena assustadora da banheira desse mesmo filme, ou aos aparatos hi-tec de ´2001´). kuba bebeu metropolis na mamadeira.
outro adjetivo do cara, eu sou KUBRICK. você é alguém quando tem personalidade própria.
quando você vê Coppolla, Woody Allen, Gus Van Sant, Bergman. (ou até os lixos do Tarantino e Spielberg) você sabe quem são só pelo estilo único (leia-se PESADELOS RECORRENTES nos dois últimos casos). não existe essa história de tal diretor não foi fiel ao livro, ninguém pinta o mesmo quadro igual a ninguém. ninguém conta a mesma fofoca igual a ninguém. se o stephen king achou o filme ruim, o kuba salvou uma história ruim (histórias são subjetivas leia-se MANUSCRITOS nesse caso), e esse deve ter sido o motivo.
quanto ao De olhos bem fechados, eu só vi 5 minutos desse filme, e não me torture mais com a alma do tom cruise (que é um bom motivo pra não ver QUALQUER filme, eu só perdôo Entrevista com o Vampiro porque eu era criança e mudou minha vida).
beijocas, rapazes
Bem Coop, Kubrick dificultou muito o entendimento do final de 2001 que é bem simples. Vc sabe o que realmente acontece no final do filme? Um filme que se propõe a complicar o não complicável perde pontos, e muitos.
Vou ainda escrever um artigo provando por A+B que Spartacus é uma merda que não chega aos pés de os 10 mandamentos, A Queda do Império Romano, Quo Vadis e Ben-Hur. Kubrick tentou fazer algo que ele não sabe: épicos. A resposta veio nas bilheterias. Só uma geração desajuízada como a nossa pra falr bem de Spartacus.
Kubrick devia ter humildade e ter aprendido algo com Cecil B. De Mille e William Wyllers antes de se atrever a fazer um épico. Deu no que deu, não faz frente aos épicos dos grandes De Mille e Wyller, estes sim GÊNIOS. Kubrick ganhou ares de irretocável pela nossa geração, um olhar mais crítico detecta defeitos ali. Ruim de Allen tem estilo sim, o estilo lixo de ser: Pseudo intelectual, pesudo engraçado. O Decreto AGREDE vai contra convenções, mas isso fica para outras postagens.
bjokas
:**
Parabéns colega. Eu tb sinto muita raiva quando vem algum idiota dizer que o filme do Tim Burton é uma coisa maravilhosa. Até mesmo sem comparar com os filmes a partir de 1968, este filme não serve para nada, a não ser para admirar o excelente trabalho do maquiador Rick Baker. Não dá para comparar o inexpressivo Mark Whalberg, que fica com a mesma cara o filme todo, com Charlton Heston.
Até aceito quem goste do filme. Mas o que não dá para aceitar é ter de ler uma boçal como a Isabela Boscov da revista Veja dizer que o filme do Tim Burton é mais parecido com o livro do que o filme de 1968. Somente um imbecil diria isso para gerar argumentos a seu favor, já que o livro é bem raro de se achar, mas eu tive a sorte de lê-lo.
Uma sacada muito legal do filme, foi o ferimento de Taylor na garganta. Pq no livro, o personagem (que se chama Ulysse) chega a um planeta e os macacos não falam inglês (óbvio né? mas alguém aí acha que algum americano ia aguentar ver um filme legendado) mas uma língua diferente. Então, para contornar isso, fizeram o ferimento na garganta de Taylor que o impedia de falar.
Tempest seu comentário só me fez ter mais pena daquela coitada que se arvora de autoridade de cinema da revista mais neoliberal do braZil... Aquele ser desporovido de lógica e bom senso que atende por Isabela BosTov. É incapaz coitada... Fez uns cursinhos de cinema e se achou capaz de falar como se autoridade fosse. Usando 1/12 avos de cérebro dá pra entender pq ela gostou do filme de Burton. E por falar em Tim Burton... rsrs uma criança de 6 anos fazendo recortes em papel oferece mais conteúdo que esse diretorzinho de merda afeiçoado a contos de natal góticos de roteiros para crianças com síndrome de down.
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