quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Descrição do Blog

Cinema, arte, religião, ROCK, namoro, direito, neologismos, analogias malucas, humor transverso e muita, MUITA IRONIA PESADA contra as CONVENÇÕES da vida COOL atual dos grandes centros urbanos. Um ataque frontal a TODOS que se acham muito inteligentes.

Todo Anônimo é

Por ordem:
Frustrado(a);
INCAPAZ;
enrustido(a) e não necessariamente estou a falar de sexualidade;
MAL AMADO(A) (uhh que cruzado, essa vc vai chorar no travesseiro);
INCAPAZ [2];
Covarde (meio óbvio, afinal como um verme como vc emitiria opinião a luz do dia);
Mal resolvido;
Mal comido;
Todas as anteriores elevado a 100000000 potência;
Invejoso;
Inoperante;
Verminoso;
Néscio (opa pra não repetir).

Tsc, tsc anônimos... O QUE HÁ DE MAIS PATÉTICO EM LIXO HUMANO.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Caímos para nos levantar

"A maior glória não é ficar de pé, mas levantar-se cada vez que se cai." Confúcio

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Desmistificando uma falácia - Fase 1: Kubrick, Smerdagus e Full Metal Jegue

Vamos desmistificar de vez o PATÉTICO Smerdagus (Spartacus) enquanto épico?

Baixem aí e assistam (todos com mais de 3 horas de duração)
E o Vento Levou, Ben-Hur, El Cid, Os Dez Mandamentos, O Senhor da Guerra, Sansão e Dalila, A queda do Império Romano, Quo Vadis, Rei dos Reis, Manto Sagrado, Demétrius e os Gladiadores (continuação de O Manto Sagrado).

Comecem logo no "strike combo" Ben-Hur, Os Dez Mandamentos, e Rei dos Reis. Sério esses 3 já são suficientes a clarificar como Kubrick foi INFELIZ ao tentar revolucionar o gênero épico. Se vcs assistirem todos esses, mas digo assistir não colocar no computer do trampo e bater carimbo conversando com puta da mesa da frente somente ouvindo e não assistindo. Se vcs assistirem TODOS, vcs por si mesmos vão notar que Smerdagus só vende no país dos otários por causa do nome Kubrick. É sempe a compra por um nome e não pelo conteúdo. O fracasso de bilheteria na época registra um fato:
o filme de Kubrick é ruim MESMO. Em termos de épicos Kubrick é um zé ninguém perto de Cecil B. DeMille e William Wyller, nomes que soam desconhecidos hoje, mas que são os caras (diretores) mais revolucionários do gênero épico.

Claro que bilheteria não é igual a qualidade mas nesse caso é um NORTE que clarifica a merda que foi spartacus a geração que viu na época todos esses clássicos no cinema. O esquecimento desse fracasso tornou Smerdagus um clássico neste país sem memória, sem educação e sem cultura. Mas é fato de que os filmes que citei não falharam nas bilheterias e Smerdagus falhou sendo da mesma época.

Outro filme merda mal sucedido de Kubrick vendido no país do Machado de Assis como "obra prima" é Full Metal JEGUE (Full Metal Jacket).

Vcs podem pensar com que autoridade eu falo isso... com a autoridade de quem compara. Pombas como vc vai saber que a Pizza do de 9, 90 é ruim, quando vc acha boa, se vc nunca comeu uma Pizza que custasse mais de 10 reais pra saber o sabor?

Mesma coisa cinema, quer saber se o filme de guerra, ação, terror ou épico é bom, compare-o com as chamadas obras primas. Um Ben-Hur não é o clássico dos clássicos citado por gente como
Ridley Scott ao fazer seu Gladiador a toa não. Scott estudou cada cena de Ben-Hur antes de fazer Gladiador. Quando Gladiador ganhou o Oscar estranhamente a câmera focalizava o rosto de Charlton Heston, pq será?

Pq será que Christopher Nolan que ressuscitou o Batman daquele mar de criancisse gótica do Tim Burton diz ter estudado Superman de Richard Donner? Pelo óbvio, no gênero adaptação de HQ ninguém bateu Superman de Donner. Coisas boas e relevantes no cinema usam de coisas boas e relevantes do passado como referência e norte. Nolan se espelhou na melhor adaptação pra revolucionar o Batman e foi feliz, assim como Scott estudou cena por cena do filme de Wyller ele mesmo diz isso nos extras de Gladiador e Ben-Hur. No extras de ben-Hur aparece Spileberg, George Lucas nomes que marcam nosso tempo.

É com isso - COMPARAÇÃO - que afirmo Spartacus = LIXO. Fumeta Jegue = lixo. Se comparação não vale eu jogo a toalha. Como saber o que é ou não relevante SENÃO USANDO CRITÉRIOS DA ÉPOCA e fazendo comparações com o que havia na época????? Fumeta Jegue tem a relevância de Platoon e Apocalypse Now em filmes do Vietnã? Claro que não! Por aí vai...

Pela mesma comparação que 2001, Laranja Mecânica e Iluminado são bons, relevantes e marcantes. Mas essa mentalidade de que qualquer coisa do Kubrick é boa pfff.
MORTE A KUBRICK!!!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Mestre Confúcio

A lição de casa de hoje vem do mestre Confúcio. Mestre na arte dedesvendar o óbvio. Lembrem-se que muitas vezes o óbvio é o mais difícil de ser enxergado. Com vcs palavras do meu Mestre.

"Quando nascestes, todos riam e só tu choravas. Vive de tal modo que, quando morreres, todos chorem e só tu rias. "
Confúcio

sábado, 6 de junho de 2009

"Nada pode verdadeiramente substituir pequenas palavras de sincero apreço, bem escolhidas e ditas no momento certo. São grátis e valem uma fortuna."
Sam Walton

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Determinação: a diferença que conta

"Uma determinação invencível pode conseguir quase tudo, e marca a diferença entre grandes e pequenos homens. "
Thomas Fuller, religioso e historiador

terça-feira, 19 de maio de 2009

DECRETO AGREDE: Com a boca no trombone e contra as convenções da vida "cool".: Heaven & Hell (Nilson Nelson, Brasília, 13/05/09)

Heaven & Hell (Nilson Nelson, Brasília, 13/05/09)

Heaven & Hell (Nilson Nelson, Brasília, 13/05/09)

Por Paulo Tanner

Publicado orignalmente no site: Wiplash


Foi um dia em tanto, um grande show! Vou fazer um review resumido da coisa pois dificilmente se transmitiria em palavras um show.

Cheguei morto do trabalho querendo ficar gripado, tomei um remédio e fui deitar. Coloquei o relógio pra 21:10, quando ele toca eu tava começando a tirar um cochilo revigorante, enrolei até 21:25 na cama e saltei dela num pulo. Coloquei minha armadura em forma de camiseta do Led Zeppelin e minha bermuda - claro que eu iria de bermuda, jamais usaria calcinha preta pra ser mais um “metaleiro” que tanto repúdio. Peguei o Batmóvel e comi um sanduba que adquiri naquela Roubonete que começa com M, dirigi como um louco comendo e acelerando fundo.

Cheguei no estádio Nilson Nelson as 22:10 (show marcado para as 22:00) e como suspeitava nem estava tão cheio. Estava cheio, mas não na capacidade máxima. Tenho a cruel impressão de ter visto lá mais lotado no show Raimundos & Titãs de 1995. Pra variar inventei de tomar uma vodka antes de entrar no recinto, na metade do copo percebo a merda que fizera pois estava querendo gripar. Pensei agora já era... Enquanto me infiltrava observando posers e macacos de preto. Virei a bagaça duma vez pois esperava beber mais lá dentro (já tava lascado mesmo com a gripe). Entrei na budega e acho que por nervosismo me bateu uma sede sinistrinha, me dirigi ao bar para ser assaltado novamente e tomar uma Cerva Sol por 4 reais. Na área VIP chamada HOT ZONE todas as figurinhas carimbadas do “Rock Brasília” de caras de bandas a donos de casas de show. Tratei de mirar o palco e marchar.

Quando ia me aproximando do palco as luzes se apagaram e começa a tocar a instrumental E5150. Achei perfeita como introdução essa música instrumental, mas preocupado pensei: danou-se tudo! Não vou chegar lá na frente a tempo. Apes e Faggs vestidos de preto de toda as espécies fecham o portal para pertinho do palco com a música E5150 rolando.

Com Vodka no cabeção e uma Sol na mão montei meu plano: a cada intervalo de música eu saltaria posições para frente. No meio de E5150 e eu vi o Vinnie Appice subindo na bateria. Termina a música e entram os restantes cavaleiros do apocalipse, Dio, Iommi e Butler. Começa a porrada com a música The Mob Rules.

Dio visivelmente cansado lidera o ataque, a galera vai ao delírio. Impressionou-me como Dio é magrinho, muito, muito esquálido. Iommi é outro que parece um “gái de pau” de tão magro, mas com um buchinho por cima da sua SG, Butler não entendi foi nada... Butler tinha cabelo ruim nos anos 70 e me aparece de cabelo liso, fiquei noiado. Butler e Iommi com casacos pesados que eu pensei: esses ingleses não sentem calor não?

Passada a veadagem deste que vos fala em notar detalhes como magrezas e buchinhos comecei a me concentrar no show, afinal não é minha intenção ser o novo Clóvis Bornay.

Dio é a simpatia em pessoa, conversando sempre nos intervalos das músicas, e a cada música ficando cada vez menos cansado. Ele começou o show nitidamente muito cansado e foi ficando mais forte conforme as músicas. Dio é quase teatral, ele interpreta as músicas como se fossem peças de teatro. Iommi quase não se mexe no palco e vc só percebe que ele está feliz quando ele anda de vez em quando de um lado para o outro ou mexe a cabeça. È engraçado porque diversas vezes ele esboça coisas que se assemelham à micro-sorrisos, sem sorrir mesmo. Geezer parece um mamute destruindo o baixo, toca muito pesado e com uma pegada ao vivo muito mais forte que no disco The Devil You Know. Butler fica parado que nem estátua, mas vc vê que ele toca com muita força atacando o baixo. Ele é outro que não demonstra emoções no máximo jogando beijinhos no final. Engatam Time Machine e a cada intervalo de música Dio fala com a plateia e anuncia a próxima música. O povo começa a gritar DIO, DIO ensadecidamente no meio das músicas. Vinnie Appice eu nunca havia prestado atenção, achava irrelevante até ver ele ao vivo.

Appice é um véião muito do TORA, com ¼ de show ele engata um solo de bateria que deve ter levado bons 10 minutos. Destruidor o solo, ele vai ficando cansado no meio do solo, mas isso só me fez ficar mais entusiasmado, pois ele perdeu um pouco do tempo, o que deu um caráter bem humano a ele (lembre-se perder o tempo pra um baterista é um grande crime), mas continuava a esmurrar a bateria no longo solo. Durante o solo os camaradas sumiram, devem ter ido beber um vinho depois entram macetando outro hit. Lá pelas tantas Iommi fica sozinho no palco e manda uma Jam session sozinho que introduz Country Girl, os demais ressurgem no palco tocando Country Girl que no meio, sem terminar, se torna Heaven and Hell. Heaven and Hell vira no meio uma imensa Jam session de blues que dura sem brincadeira quase meia hora, no final Iommi possuído pelo espírito de Chuck Berry termina a música Heaven and hell que teve uma meia hora em ritmo de rockabilly alucinado.

A banda é muito mais suingada, blueseira e de Jam sessions que todos os discos (mesmo os da fase Osbourne/Ward) conseguem transparecer. Os mais novos devem ter se entediado, eu estava em estase com a blueseira comendo. Tem coisas que as pessoas batiam cabeça tipo Bible Black e Follow the Tears, tinha coisas que as pessoas ameaçavam dançar e não o faziam por autocensura de soarem playboys – quanta burrice. Tinham músicas que eram pra dançar mesmo e nego ficava com passinhos tímidos ao invés de se soltar... Ah saudades dos anos 60. Já outras todos ficavam parados só observando. Acho que nunca fui num show de rock tão tranqüilo na vida, tirando um demente que passou atropelando todo mundo, foi tudo tranquilíssimo, tinha crianças de 10 anos, e muita gente de mais de 40, muitas mulheres de todas as idades e tudo era muito tranquilo. Follow the Tears foi massacrantemente pesada ao vivo, já disse antes e repito, se vc tirar o teclado é metal alternativo puro essa música. O teclado é que faz as nuances tradicionais. Novamente o povo enlouquecido gritava: DIO! DIO! DIO!!!

Dio falou pelos cotovelos e meu analfabetismo me permitiu entender pouca coisa do que ele falava. Incrivelmente eu entendi muita coisa. Mas não escondi o sorriso quando mesmo sabendo ser uma grande lorota ele disse em alto e bom som com inglês de dicção perfeita: “Heaven and Hell em Brasília; pela primeira vez, mas não pela última”.

Ele arriscou um “muito obrigado” em português e não saiu como aqueles muito obrigados de gringos, saiu-se até bem no português. Dio perdeu muito dos graves e agudos, mas ainda coloca muito garoto de 20 no bolso.

O Show foi bem curto, 1 hora e meia no máximo, mas ver Dio com 67 anos que subiu exausto criando forças a cada música foi algo inigualável. Foi um show intimista e bem diferente do último show internacional que eu fui (Helmet em Goiânia). O Show do Sabbath/Heaven and hell é muito mais contemplativo que meramente bateção de cabeça. Geezer e Tony são de poucas emoções, no final Geezer mandou beijinhos, já Appice e Dio são corações pulsantes. Quando vc pensa na idade dos caras e no tanto de drogas que eles já devem ter consumido, sem nunca terem feito atividade física nenhuma, dá pra entender sem se irritar o porquê do show ser tão curtinho. Afinal são poucos véões de 60 anos que ficam como o Stallone.

No final do show alguém soltou uma bufa que quase me causou calvície instantânea. Senti os fios de cabelo afrouxando com o peido maldito que soltaram. O cheiro era tão forte que fiquei momentaneamente nocauteado. Senti o aço do heavy metal sendo derretido como chumbinho. Tirando isso foi muito fera o show!

Se me pedirem uma dica, eu diria ao pessoal do RJ e SP: colem no palco. Iommi e Butler jogam toneladas de palhetas, mas jogam sem fazer força, ou seja, se vc colar no palco vc pega uma. As palhetas voaram a centímetros das minhas mãos. Não peguei nenhuma, mas por centímetros eu poderia ter conseguido. Um show memorável faltaram bilhares de HITS, mas ver a força física de Dio crescendo é algo que me marcou muito.

Longa vida ao H&H!!! E que voltem a Bras-Ilha Town!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Autodisciplina

"Autodisciplina começa com o controle dos seus pensamentos. Se você não controla o que você pensa, você não pode controlar o que você pensa. É simples, autodisciplina permite você pensar primeiro e agir depois."
Napoleon Hill

terça-feira, 21 de abril de 2009

Como tratar as pessoas por Goethe

"Trate as pessoas da forma como elas devem ser e ajude-as a se tornarem o que elas são capazes de ser. "
Goethe

segunda-feira, 23 de março de 2009

O Valor do Tempo

"Enquanto você não se der valor, não valorizará seu tempo. Enquanto não der valor ao tempo, não fará nada de importante."
M. Scott Peck

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Confúcio: como ir a locais e lugares

"Onde quer que vá, vá com o coração."
Confúcio

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Idéias por Canegie

"As idéias que defendo não são minhas. Eu as tomei emprestadas de Sócrates, roubei-as de Chesterfield, furtei-as de Jesus. E se você não gostar das idéias deles, quais seriam as idéias que você usaria."
Dale Carnegie